Muito esperei pela realização de uma prova de orientação em Penafiel, para poder convencer toda a família a participar, em especial o meu pai. Ainda dos Açores tratei das inscrições, depois de ter pedido os dados pessoais a toda a gente, que faziam um total de 6 pessoas. Nada mau.
Pena foi que no dia, ameaçando chuva, só foi uma parte. O meu pai e o meu primo acordaram com dores de garganta. Ao meu pai também não ajudava nada a alergia que ele tem aos eucaliptos e em tempo de maias, passa o dia a espirrar.
Fiquei só eu (que participei no escalão de federados) e um grupo que participou em conjunto, composto pela minha irmã (na sua 3ª prova), uma prima (na sua 2ª prova) e outra prima ainda (na sua estreia nas lides do mapa e da bússola). No segundo dia de prova uma das minhas primas desistiu (tinha de se levantar muito cedo) e acabou por ir outra prima ainda, de 12 anos, no lugar dela.
Resultado: eu fiquei em 2º lugar o que deu direito a trazer uma medalhita para casa e deixou vontade de me esforçar mais para a próxima. As mulheres, no primeiro dia, demoraram mais tempo entre o ponto 5 e o 6 do que o vencedor do escalão delas a fazer o percurso todo. Depois de 2h33 a (des)orientarem-se no meio do monte, lá terminaram sem nenhuma falha, o que as deixou no 7º lugar de 14, no final dos 2 dias de prova.
No final ainda houve tempo para comer umas belas febras grelhadas à conta da organização, com broa caseira e vinho. Que bom que é viver no campo!

15 maio 2008
08 maio 2008
Bolo no Microondas
Estou a fazer um bolo de chocolate no microondas, daqueles com farinha e ovos. Não comecei bem e apesar da receita ser muito simples, enganei-me nas medidas. De qualquer forma, nada que justifique tamanho crescimento!
05 maio 2008
Açores 2008: Capítulo 7
Hoje foi o dia da "ressaca" da comunhão. Arrumar mesas e loiças, fazer a mala e dar um saltinho ao Monte Brasil com direito a mergulho na Praia do Negrito.
Por falar em mergulho, trouxe o meu fato e barbatanas para nada. Não tive oportunidade para fazer snorkeling pois haviam Caravelas-Portuguesas por todo o arquipélago. Este animal é tão estranho como perigoso. Navega com o vento devido a uma bolsa de ar que mantém fora de água e possui tentáculos que podem atingir os 30 metros.
Estou no avião, de volta a casa... quer dizer, não é bem de volta, pois é a primeira vez que para lá vou. Mas por agora só penso no carro, que ficou estacionado num bairro perto do aeroporto. Espero que ainda lá esteja... inteiro!
Por falar em mergulho, trouxe o meu fato e barbatanas para nada. Não tive oportunidade para fazer snorkeling pois haviam Caravelas-Portuguesas por todo o arquipélago. Este animal é tão estranho como perigoso. Navega com o vento devido a uma bolsa de ar que mantém fora de água e possui tentáculos que podem atingir os 30 metros.
Estou no avião, de volta a casa... quer dizer, não é bem de volta, pois é a primeira vez que para lá vou. Mas por agora só penso no carro, que ficou estacionado num bairro perto do aeroporto. Espero que ainda lá esteja... inteiro!
04 maio 2008
Açores 2008: Capítulo 6
03 maio 2008
Açores 2008: Capítulo 5
E eis que ao 5º dia, escalada à séria. Um dia só a escalar com o Paulinho, escalador que conheci na Universidade do Minho e que migrou para os Açores, onde está a ser o grande impulsionador da modalidade na região, com o apoio do grupo de montanhismo local.
A minha forma não foi a melhor mas, depois de aquecer deu para encadear dois 7a, à segunda tentativa, pois a tentativa à vista era practicamente impossível dada a sequência complexa de movimentos e o desconhecimento das presas, pois o magnésio não abunda na ilha.
Do topo de um dos 7a ainda avistei golfinhos ao largo. Um dia que quebrou a rotina destas férias e que lhe deu um lado mais ao meu estilo: a aventura.
A minha forma não foi a melhor mas, depois de aquecer deu para encadear dois 7a, à segunda tentativa, pois a tentativa à vista era practicamente impossível dada a sequência complexa de movimentos e o desconhecimento das presas, pois o magnésio não abunda na ilha.
Do topo de um dos 7a ainda avistei golfinhos ao largo. Um dia que quebrou a rotina destas férias e que lhe deu um lado mais ao meu estilo: a aventura.
02 maio 2008
Açores 2008: Capítulo 4
Depois da visita à Ilha Graciosa a coisa engrenou e conseguimos arranjar mais actividades para preencher o dia. Primeiro foi uma largada de touros à corda, muito típica na Ilha Terceira. Foi a primeira do ano, por isso nem a chuva desmobilizou os terceirences.
Aproveitamos também para visitar o interior da ilha, já com carro, com mais autonomia, e fomos revisitar as principais atracções turísticas da ilha, sendo que para mim a verdadeira beleza da ilha está na ruralidade e nas paisagens do seu interior.
01 maio 2008
Açores 2008: Capítulo 3
Este é o capítulo da Ilha Graciosa, o capítulo em que finalmente eu e a minha prima fizemos turismo nos Açores, apesar de ter sido apenas por 1 dia e meio.
Com a excelente oportunidade do bilhete de avião ao preço do bilhete de barco, apresentamo-nos de manhã bem cedo no aeroporto para um voo de 25 minutos num barulhento ATP da SATA. Mal aterramos no Aeródromo da Graciosa, tínhamos o nosso Fiat Panda à espera, com o qual demos a volta à ilha, visitando o pontos mais interessantes em menos de um dia.
Dos moinhos, símbolo da ilha, às paisagens e vilas/aldeias que visitamos, o que mais gostei foram a caldeira principal e o ilhéu da baleia.
A caldeira tem um abóbada gigantesca, com uma piscina no fundo onde morreram "recentemente" 2 jovens intoxicados. Desde então, os níveis de CO2 passaram a ser controlados e as descidas à caldeira por uma torre em pedra construída para o efeito são moderadas por um guia, não deixando os turistas aproximarem-se do fundo da caldeira.
Como os níveis de CO2 estavam a zero, tivemos a oportunidade de descer mesmo junto da piscina e posar para a foto. Éramos os primeiros e únicos turistas do dia, tal como seriamos provavelmente os únicos turistas continentais em toda a ilha.
Esta foi também a primeira vez que utilizei os serviços de uma agência de viagens. A residencial onde ficamos era totalmente desconhecida, portanto as expectativas estavam baixas. Por isso a surpresa foi agradável quando nos deparamos com uma residencial de 1ª classe, com boas condições e pequeno almoço incluído.
O 2º dia na ilha (que foi apenas meio) começou com uma visita à vila principal, Santa Cruz e acabou numa curta caminhada até ao aeródromo, onde esperamos pelo voo de regresso debaixo de uma chuva intensa.
Com a excelente oportunidade do bilhete de avião ao preço do bilhete de barco, apresentamo-nos de manhã bem cedo no aeroporto para um voo de 25 minutos num barulhento ATP da SATA. Mal aterramos no Aeródromo da Graciosa, tínhamos o nosso Fiat Panda à espera, com o qual demos a volta à ilha, visitando o pontos mais interessantes em menos de um dia.
Dos moinhos, símbolo da ilha, às paisagens e vilas/aldeias que visitamos, o que mais gostei foram a caldeira principal e o ilhéu da baleia.
A caldeira tem um abóbada gigantesca, com uma piscina no fundo onde morreram "recentemente" 2 jovens intoxicados. Desde então, os níveis de CO2 passaram a ser controlados e as descidas à caldeira por uma torre em pedra construída para o efeito são moderadas por um guia, não deixando os turistas aproximarem-se do fundo da caldeira.
Como os níveis de CO2 estavam a zero, tivemos a oportunidade de descer mesmo junto da piscina e posar para a foto. Éramos os primeiros e únicos turistas do dia, tal como seriamos provavelmente os únicos turistas continentais em toda a ilha.
Esta foi também a primeira vez que utilizei os serviços de uma agência de viagens. A residencial onde ficamos era totalmente desconhecida, portanto as expectativas estavam baixas. Por isso a surpresa foi agradável quando nos deparamos com uma residencial de 1ª classe, com boas condições e pequeno almoço incluído.
O 2º dia na ilha (que foi apenas meio) começou com uma visita à vila principal, Santa Cruz e acabou numa curta caminhada até ao aeródromo, onde esperamos pelo voo de regresso debaixo de uma chuva intensa.
Video com os melhores momentos (link)
29 abril 2008
Açores 2008: Capítulo 2
Fui espreitar as vias de escalada da Chanoca com o Paulinho e fiquei cheio de vontade de lá voltar logo no dia seguinte de tarde... mas só às 19h é que pude fazer cordada com o único escalador da ilha e ir provar o basalto da Terceira. Não há fotos porque só éramos 2 e o tempo escasso.
26 abril 2008
Açores 2008: Capítulo 1
Este primeiro capítulo, foi o capítulo da família. Almoçar com a família, passar a tarde com a família, jantar com a família. É o chamado descanso.
No entanto, o início foi atribulado, aindaem Portugal no continente: acordei cedo no feriado, tal era a ansiedade!
Tinha de fazer as mudanças, fazer a mala ir buscar a família à estação e levá-los ao aeroporto. Andei em grande correria num dia de muito calor em Lisboa. Acabei por fazer várias viagens Oriente-Aeroporto a levar a família e as malas. No final, estacionei o meu carro num bairro das redondezas e fui à boleia para o aeroporto, pois não tinha nenhum dinheiro comigo. Já no aeroporto, a minha prima ainda teve uma pequena aventura com o segurança no posto de controlo da sala de embarque...
No entanto, o início foi atribulado, ainda
Entrei para o avião e pouco tempo depois estava de volta aos EUA, a comer pizza com barbeque sauce e a beber Mountain Dew. Tudo parecia tão familiar!
25 abril 2008
Açores 2008: Introdução
Parto hoje para os Açores, ilha Terceira, numa viagem com a família. Ainda não fiz a mala. Ainda tenho de mudar de casa hoje! Estou a ficar constipado.
Será uma semana inteira de verdadeiras férias, com muito pouca coisa planeada. Vou levar material de aventura para manter a forma. Vou procurar actividades interessantes, vou procurar divertir-me... vou procurar o bilhete de avião que imprimi há um mês, senão não vou para lado nenhum (e este diário acaba aqui)!
Vou ficar em casa do meu primo militar, actualmente numa missão na Bósnia, que veio a casa para a Primeira Comunhão da sua filha, para a qual fomos convidados. Será o meu merecido descanso depois de 5 meses a trabalhar com apenas 1 dia de férias (mal aproveitado).
Vou ficar em casa do meu primo militar, actualmente numa missão na Bósnia, que veio a casa para a Primeira Comunhão da sua filha, para a qual fomos convidados. Será o meu merecido descanso depois de 5 meses a trabalhar com apenas 1 dia de férias (mal aproveitado).
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