15 setembro 2008

Viagem ao Brasil: São Paulo

Depois do Rio, seguimos para São Paulo onde uma das maiores áreas metropolitanas do mundo nos recebeu ainda no avião.

À nossa espera estava a segunda parte do prémio: uma visita às instalações da PT Inovação Brasil


e um jantar patrocinado pelo presidente da empresa, num restaurante que não nos podemos dar ao luxo de ir muitas vezes ao ano.

Jantar no Vento Haragano, com um rodízio de churrasco

No dia seguinte fomos visitar o Zoológico de São Paulo, um dos maiores do mundo, onde fiquei especialmente impressionado pela variedade de primatas.


Sendo eu um adepto de escalada, admirei com atenção os movimentos destas espectaculares máquinas em movimento, saltando de tronco em tronco, com uma agilidade invejável.


Além de impressionarem pelos seus dotes de escalada, impressionam também pelas suas parecenças aos humanos. A foto seguinte diz muito sobre a nossa evolução como espécie:


Esta foto foi tirada durante o Safari que fizemos durante a tarde, onde vimos realmente porque é que este é um dos maiores zoológicos do mundo, quer em área, quer em número de espécies e animais!


A visita ao zoológico ocupou-nos quase todo o dia, sobrando-nos o fim de tarde para dar uma visita rápida ao centro de São Paulo, local que nos desaconselharam a visitar, devido à insegurança e vários "perigos".


Nada mais descabido. Os autores de tais afirmações foram os trabalhadores portugueses actualmente a trabalhar na PT Inovação Brasil, com quem fomos jantar, mas que nunca estiveram no centro. Só assim se compreende que tenham tal opinião de um local não urbano e cheio de vida como o centro da cidade que habitam há já alguns anos!

Jantar num restaurante onde não podemos ir todos os anos (e vão 2)

Depois do jantar seguimos para a balada paulista, tendo como destino um dos melhores bares de Jazz da América Latina, o Bourbon Street, para ver Big Time Orchestra.

Big Time Orchestra no Bourbun Street jazz club

E este foi o único momento mais cultural que tivemos numa cidade que se diz capital da cultura da América Latina. Esta 2ª parte das nossas férias poderia ter sido mais cultural, mas não havia tempo para tudo.

No último dia ainda houve tempo para uma rápida visita ao Parque do Ibirapuera, antes de nos metermos novamente no avião e regressar destas fantástica férias ganhas com uma excelente prestação no VII passeio Surpresas da PT Inovação.


Pró ano tudo faremos para ganhar novamente um prémio tão bom ou melhor do que este, nem que para isso tenhamos de ficar em 3º lugar.

14 setembro 2008

Viagem ao Brasil: Rio de Janeiro

Lembram-se daquele prémio? Pronto, já está!
Viagem ao Brasil: done.


Depois de uma fantástica viagem num dos novos Airbus A330 da TAP (onde tive 4 lugares só para mim) aterramos, eu e a minha equipa, no Rio de Janeiro, para 5 dias de turismo. Tínhamos contratado um taxista para nos guiar pela cidade e arredores, o que se revelou bastante útil, principalmente nos 2 dias de menos bom tempo que apanhamos.


Visita a Niterói, num dos dias de mau tempo

Como disse o Rui, "vimos o Rio como nenhum turista vê", pois o Pedro, o nosso taxista, fez questão de nos mostrar tudo o que conseguiu, incluindo uma incursão pela Favela da Rocinha.

Interior da favela da Rocinha numa incursão emocionante de táxi

Os locais dos almoços eram escolhidos por ele, "sem gordura" (gordura é a comissão que os taxistas recebem por levar turistas a restaurantes caros), e de muito boa qualidade... ou deveria dizer... quantidade?

Um rodízio por dia, nem sabe o bem que lhe fazia (às vezes eram 2)

Conseguimos assim posar para a fotografia nos mais variados locais que o nosso taxista Pedro ia desencantando. Aqui ficam alguns:


Sambódromo e camarote da escola de samba Beija Flor

Estádio do Maracaná


Parada militar no Dia da Independência do Brasil


Ipanema e Leblon

Além das viagens de táxi, tivemos a oportunidade de visitar o obrigatório Corcovado e o Pão de Açucar. Bem... para este último eu tinha planos diferentes. Queria escalá-lo!


Levei um contacto de um escalador que não consegui contactar durante os 2 primeiros dias no Rio... Então decidi procurar alguém nos clubes locais e encontrei um clube/empresa que vendia serviços de guia de montanha, para escalar o Pão de Açucar. Como não tinha tempo para procurar mais, lá combinei para o dia seguinte a escalada. Acordei mais cedo e telefonei logo ao guia, que me disse que estava ainda atrasado. Decidi aproveitar este "tempinho" para subir ao Corcovado, sozinho, onde conheci duas brasileiras que queriam emigrar para os EUA.


Conversas sobre a minha experiência, uma viagem de "trenzinho" que demorou bastante e era a minha vez de me atrasar para a escalada...

Telefonei ao guia mas ele nao atendia... e quando consegui finalmente falar com ele, desculpou-se que já era tarde e já não podia ir! Fui à empresa dele tentar arranjar outro guia e nada...
Como não arranjei solução, inventei uma: fui andar de Asa Delta (para matar o tempo)...


Foi giro. A asa delta dá-nos uma sensação de segurança incrível. Lá consegui convencer o piloto que eu era um gajo radical e que aquilo era "fraquinho". Então ele faz umas "manobras apertadas" com uns mergulhos que faziam o estômago à boca ao comum dos passageiros, mas não a mim, habituado a "drops" maiores na escalada e no canyoning :)

Corvovado, do alto dos seus 700 metros, visto do Pão de Açúcar

À noite decidi voltar ao clube/empresa de escalada. Depois de conversar com o guia, lá decidi apostar tudo num acordar madrugador e escalar o Pão de Açúcar em menos de 5h, pois tinha avião às 15h, para São Paulo.

Acordo cedo mais uma vez e vou para o ponto de encontro, mas à hora marcada o guia não aparece, nem 30min depois... nem 1h depois... nem 2h depois. Eu ainda sonhava com uma subida em velocidade pelo Pão de Açucar...

Fui procurar outros escaladores nas paredes adjacentes e lá encontrei um grupo que me disse que a empresa LimiteVertical que contratei era uma empresa de 2ª linha, que conheciam o guia Jean Fleuber e que, achavam estranho ele fazer-me isto! Sensibilizados pela minha determinação em escalar o Pão de Açúcar, lá me deram indicações para um amigo deles, mais velho, também guia de montanha, mas lesionado, que estava a escalar algures na base do Pão de Açúcar. Fui procurá-lo já sem esperança de chegar ao cume, pois já eram quase 11h. Não o encontrei.

Enquanto tentava escalar, a minha equipa curtia uma praia em Copacabana!

No regresso, encontro um jovem rapaz a calçar uns pés-de-gato e a fazer boulder numa pequena travessia à face do caminho pedonal. Logo me junto a ele e depois de 5min a resolver este fácil problema de bloco, o rapaz convida-me para uma partida de xadrez!


E pronto, o final mais improvável para a aventura de escalar o Pão de Açúcar: uma partida de xadrez na sua base. Infelizmente ganhei a partida de xadrez, apesar do domínio do meu novo amigo, depois de uma jogada que surpreendeu o meu adversário. Avancei um peão até à última casa do tabuleiro e troco-o por uma rainha:
- Oi?! Que está fazendo? - Então, a trocar o peão por uma rainha! - Mas isso não é dama não, cara... é xadrez - disse ele com um sorriso inocente

Depois de lhe explicar esta nova regra, o equilíbrio deixou de pender para o lado dele, equilibrando-se para o meu, ganhando facilmente o jogo! Estava na hora de correr para o avião para São Paulo!

05 setembro 2008

Passeio em Sintra

Depois de acordar cedo para ir à feira da Ladra, onde comprei uma fantástica máquina de fotografias instantâneas, dirigimo-nos para Sintra, dispostos a encontrar o enquadramento perfeito para a estreia da nossa Instax.


Coube-me a mim posar para a primeira foto, mas logo encontrei um local também "ideal" para obrigar a minha irmã a fazer o mesmo. Afinal, também queria carregar no botão!


Para além das fotos instantâneas, batemo-nos por imensas fotos a saltar, incluindo uma sequência com dezenas de fotos com o mesmo ângulo mas com saltos diferentes! Tenho de tentar compila-las num pequeno "desenho animado".


De resto, Sintra é provavelmente o melhor que temos para oferecer como turismo de edifícios, em Portugal. Tem um fantástico palácio, cheio de cor, relativamente bem estimado e organizado, com um bom jardim até ao acesso a um impressionante castelo, ambos construídos no cimo de um monte com uma vista assombrosa sobre Lisboa, Cascais e costa oeste de Portugal.


Confesso que senti algum orgulho em ter o Palácio da Pena em Portugal. É sem dúvida algo que vale a pena mostrar ao mundo e que o típico turista gosta de ver. Além disso, a vila de Sintra, apesar de muito turística, é bem simpática e acolhedora, sendo uma excelente escapadela (acessível por comboio) a quem visita Lisboa.


No cimo daquele monte,
Vou construir um castelo,
Para tu me contemplares,
Como eu te contempélo.

04 setembro 2008

A minha irmã em Lisboa

A menos de 1 mês da minha irmã sair de casa (para ir para a Universidade), lá consegui convencer a família a deixa-la vir passar um fim-de-semana (e um pouco mais) a Lisboa. E que fim-de-semana! Começou logo com um passeio por um passeio pela costa do castelo, com paragem obrigatório no Chapitô, onde combinamos com a Catarininha uma ida à praia do Meco no dia seguinte.

Jump at Praia do Meco

Foi um dos melhores dias de praia que já tive. Um calor agradável, sem vento. A água do mar estava óptima e a companhia das duas meninas fantástica. Mais tarde ainde se juntou o Jorge Martins e a sua turma.

Salto colectivo com coreografia em V

Depois de pôr a conversa em dia, e já quase de noite, decidimos ir escalar para a Serra da Azóia! O sítio é fantástico. É um local onde construiram casas para um condomínio fechado mas, já fora de tempo, alguém conseguiu impedir que tal desrespeito pelo Parque Natural da Serra da Arrábida fosse cometido! No entanto, ficaram as casas inacabadas, cheias de graffitis e com uma vista fantástica!

Graffitis e a melhor varanda do mundo para acordar!

Depois de escalar um bocadinho, fomos todos comer marisco para Sesimbra e pôr mais conversa em dia.

Depois de passarmos o Domingo em Sintra e de um fabuloso jantar num indiano em Cascais, a minha irmã ficou por Lisboa, sozinha (ai meu Deus), a ver museus e a fazer compras, enquanto eu trabalhava. Ao final do dia, juntava-me a ela e passavamos a noite a consumir actividades culturais. De destacar Tabú no CCB, que apesar de ter sido bastante caro, não correspondeu às minhas expectativas...

Helena a passear pela Baixa (Elevador de Sta. Justa)

03 setembro 2008

14 agosto 2008

Fim das férias


Vila Praia de Âncora esteve ao rubro este ano, com imensas actividades aventura (e não só) totalmente organizadas com o meu singelo material de escalada/cannyoning. Pena não ter conseguido mobilizar mais gente para me acompanhar nas aventuras que, acima de tudo, são muito saudáveis! Para o ano há mais e melhor, assim espero.

12 agosto 2008

Saltos em Vila Praia de Âncora


Como já repararam a minha paixão pelos saltos é contagiante e não perco uma oportunidade para convencer alguém a saltar. Depois de ter visto estas fotos do Denis Darzacq, aproveitei o facto de estar na praia para tentar copiar ideias. E à primeira tentativa saiu isto:


A minha irmã aleijou-se com a queda e eu fiquei impressionado com o resultado! Era mesmo possível fazer o mesmo. Havia que experimentar e assim o fizemos:


Eu não estava a conseguir fazer igual à minha irmã, até que decidimos ir passear à beira mar. Num local mais inclinado, depois de um pequeno aquecimento, já consegui saltar na horizontal várias vezes.


Se gostaram desta nova forma de fotografar saltos, então não percam o magnífico portfólio de Denis Darzacq. Não sei se é uma ideia original dele, mas que tem valor, tem!

11 agosto 2008

Mais canyoning no Rio Âncora

Depois da primeira experiência muito bem sucedida, tinha de voltar ao Rio Âncora para mais uma aula de canyoning, bem cedo pela manhã, como aliás se pode comprovar pela foto à partida:


Reparem bem na nossa pose. O Tiago já está com cara de arrependido. Eu mal consigo abrir os olhos. A minha irmã tem o arnês ao ombro, tipo carteira. O capacete mal lhe estraga o penteado. Atrás da câmara, a minha prima Ana, com alguma destreza mental para nos enquadrar na foto. Enfim, uns verdadeiros aventureiros de fim-de-semana...

Mas passados alguns momentos, após a descida da mais bonita queda de água do Rio Âncora, num rappel efectuado numa pequena corda atada à base de um pequeno arbusto, a satisfação era evidente.


Mais tempo houvesse e mais dias como este se tinham repetido. Ficou muita vontade de repetir, sendo que o Tiago até já comprou fato. Parece que vamos ter grupo de aventureiros na família a descer rios todos os fins-de-semana.

Nota: tenho uns videos porreiros de uns saltos que amandamos para a água!
Vou coloca-los no YouTube... lembrem-me disso :)

10 agosto 2008

BodyBoard em Vila Praia de Âncora


Determinado a não ter de passar mais de 5 minutos estendido ao sol na praia, levei a minha prancha para relembrar como surfar uma onda. A minha irmã e o Tiago juntaram-se às minhas matutinas incursões pela gélida água do norte.

Eu e a minha irmã numa onda, da qual ela desistiu por achar demasiado grande

Apesar das ondas serem razoáveis, o meu desempenho foi fraquinho. Felizmente, o BodyBoard não foi a minha única escapatória das monótonas tardes ventosas de Agosto, deitado numa toalha de praia a apanhar banhos de sol.