28 março 2010

Sanatório, Belmonte e Castelo Novo

Depois de duas noites na neve, fomos conhecer outros locais na Serra da Estrela, a começar pelo antigo Sanatório Sousa Martins.


É um edifício enorme, em ruínas, mas de uma beleza extrema! Uma vista fantástica, algo que realmente valerá a pena recuperar para um Hotel de luxo ou uma Pousada de Portugal.


Depois de muitas fotografias fantásticas naquele ambiente abandonado e depois de tentar sem sucesso chegar aos pisos superiores do sanatório, seguimos para o Vale Glaciar de Manteigas que foi proposto como umas das 7 maravilhas naturais de Portugal.

Vale Glaciar de Manteigas

Almoçamos no Poço do Inferno e fomos descobrir Belmonte (link), a pedido da Isabel. Encontramos uma cidade (vila?) muito bem arranjada e muito soalheira! Enquanto os meus companheiros de viagem foram visitar o castelo, eu fiquei a "visitar" a relva do castelo, pois durante a viagem fui o único que não pôde dormir...


Acordei, visitei o castelo (a correr) e juntei-me ao grupo para visitar o Museu Judaico. Fraquinho! Entramos a saber pouco sobre a importante história do judaísmo em Belmonte e a sua importância no panorama nacional... e saímos a saber o mesmo!


Depois seguimos para Castelo Novo (link). Segundo o nosso Rough Guide of Portugal, haveria um local em Castelo Novo de onde brotava água com características curandeiras! Não poderíamos deixar a Beira Baixa sem nos refrescarmos em tais águas! Depois de muito procurar, a única coisa que encontramos foi o Miradouro Virtual. E perguntam vocês: "O que é o miradouro virtual?". Pois bem, é uma máquina gigantesca colocada no topo da torre em ruínas do "Castelo Novo", com uma câmara que mostra exactamente aquilo que podes ver com os teus próprios olhos, mas para a qual tens de pagar 1 euro.

Miradouro Virtual de Castelo Novo

Aquilo não passa de uma inútil aplicação de realidade aumentada que pouca ou nenhuma informação adicional traz aos que se pode ver com os próprios olhos...

Eu, em "realidade aumentada"

Foi uma forma animada de terminar o fim-de-semana antes da longa viagem para Lisboa. Parece que não mas a Serra da Estrela fica tão longe de Lisboa como, por exemplo, o Porto!

27 março 2010

Serra da Estrela, novamente

Depois de um fim-de-semana na praia (post), um fim-de-semana na neve. Tudo isto dentro de Portugal, o que é pouco habitual!


Gostei tanto da última vez que lá estive (post) que tive de lá voltar, desta vez com a Isabel que tinha ficado muito triste de ter perdido a última aventura.

Isabel a sair da tenda montada em cima da neve

Foi uma decisão um pouco em cima da hora. Não tínhamos planos para o fim-de-semana, colocamos um post no CouchSurfing a oferecer boleia para a Covilhã e, poucas horas antes de partirmos, dois aventureiros decidiram juntar-se a nós: o Sam e a Susanna.

Isabel, Sam (Inglês) e Susanna (Finlandesa)

Fizemos uma bela caminhada desde o Covão d'Ametade até ao Cântaro Gordo, sempre a subir por rocha e neve fofa, que dificultou bastante a progressão. Depois seguimos até à Torre, que estava apinhada de turistas! Um contraste muito irritante para quem gosta da montanha...

Progredindo em Neve fofa

A vantagem dos turistas são as boleias. Esperava-nos uma caminhada de regresso de 10Km por estrada de alcatrão... mas a simpatia da Isabel arranjou-nos não uma, mas duas boleias seguidas (pois éramos quatro). Desta forma chegamos a "casa" a tempo para um belo lanche ajantarado, com queijo da serra, presunto, pão de centeio, vinho...

Ficamos bem quentinhos para a segunda noite na neve...

Depois deste jantar ainda nos juntamos à malta da Desnível que estava a festejar o seu aniversário (link, photos), para nos aquecermos na enorme fogueira que fizeram. Mas não ficamos muito tempo... Logo fomos descansar para dar mais uns passeios no dia seguinte... por Manteigas, Belmonte e Castelo Novo.


21 março 2010

Domingo de Praia na Caparica

Com o Sol finalmente a espreitar depois de meses de chuva pouco habitual em Lisboa, eu e a Isabel fomos para a praia!


Bom tempo, boa temperatura e muitas coisas novas para experimentar. A primeira foi a prenda de Natal da minha irmã: um "papagaio"!


Já tive um parecido, com cerca de 1,80 metros de envergadura. Tinha-me custado 1.600$00 há uns largos anos, mas pouco mais fazia para além de voar...
Este é diferente! É ágil, consigo manobra-lo com precisão e dar muitas voltas de 360º. Uma experiência completamente nova.

Depois foi tempo de reviver uma experiência de 2007. Qualquer parecença nestas fotos é pura imaginação. Reparem que na esquerda estou virado para o Pacífico, à direita estou virado para o Atlântico.

Ocean Beach, California (Março, 2007) e Costa da Caparica (Março, 2010)

Tive uma aula de surf com a escola Alfarroba Surf School. Foi muito interessante e produtiva! Nada sabia sobre este desporto por isso aprendi muito. A minha (pouca) experiência de bodyboard deu-me alguma vantagem na hora de apanhar as ondas e à segunda tentativa levantei-me na prancha! Surfei a espuma por uns 2 segundos e depois caí. Não fiquem impressionados, pois estas pranchas de aprendizagem são como uns barcos... uns autênticos kayaks!

Aproveitei também para introduzir a Isabel na modalidade de "apanhar espumas"...

Isabel a apanhar uma espuma... ou a ser apanhada por ela

Parece que este desporto ganhou mais uma fã... ou melhor, dois! Ainda tenho mais 3 aulas de surf e numa delas vou levar a Isabel a experimentar também.

Já viram esta "peixeira"?

Tem sido um hábito dos últimos fins de semana acabar o Domingo a jantar no Sushi Delicioso, um restaurante Chino-japonês "decente", no Intendente, onde o buffet custa apenas €8,90.


Haverá melhor forma de reestabelecer energias para a semana trabalho que aí vem?

20 março 2010

Olhares Montanheiros & Diagramas

Sábado foi o dia do rissol, que é como quem diz, o dia de inaugurações.


Primeiro o lançamento do livro Olhares Montanheiros (livro) de dois amigos do NME, o João Gil e o Nuno Verdasca (website). Foi tempo de rever amigos, combinar novas aventuras e claro, comer o belo do rissol na Livraria Trama.


Depois, ao fim da tarde fui ver se reconhecia alguns rabos na exposição Diagramas (livro).

Isabel, pulando de alegria depois de reconhecer alguém!

A inauguração ocorreu na fantástica Tapada da Ajuda. Um sítio inacreditável bem perto do centro de Lisboa! Desta vez não havia rissóis, mas bolo de noz, quiche e vinho Alvarinho!

Limpar Portugal, por dentro

O dia 20 de Março, como toda a gente sabe, foi o dia de Limpar Portugal! E eu não fiquei de fora... fiquei literalmente por dentro.


Juntei-me a um grupo da Desnível para limpar a Gruta do Alvide, que fica em Cascais. Foi uma escolha muito sensata pois, infelizmente, choveu bastante nessa manhã... e dentro da gruta estaria abrigado, pelo menos da chuva. Ora, a chuva infiltrou-se na gruta que tem imensa argila, por isso sujá-mo-nos imenso!

A rastejar numa das secções mais apertadas da gruta

Foi a minha primeira experiência de espeleologia. Bem, não se pode chamar espeleologia a andar de um lado para o outro num buraco deste tamanho, pois não fiz nenhuma descida às galerias inferiores, mas já deu para ver como é!

Sofia a arrastar vigas de ferro pela gruta

Eu e a Sofia ficamos a transferir o lixo desde os poços até à saída da gruta. Não foi muita quantidade de lixo, mas deu certamente trabalho dadas as condições de acessibilidade.

No final das limpezas

Depois de limpar e aproveitando o facto de estar tão perto do melhor restaurante indiano de Cascais, não pude evitar o fabuloso Tandoori do Masala.

Chicken Tikka, Tandoori @ Masala

21 fevereiro 2010

Kiva: empréstimos que mudam uma vida

Eu suporto o Kiva.org. (Não sabem o que é o Kiva? Vejam este vídeo)

A minha página de empréstimos

Mas hoje iniciou-se uma discussão interessante no Grupo de Portugal: os juros que as MFIs recebem por empréstimo são elevados. Serão os juros um "mal necessário" ou será que as MFIs parceiras do Kiva.org estão a ganhar dinheiro às minhas custas? As opiniões mais sensatas apontam todas, felizmente, para a primeira opção - é um mal necessário, por várias razões:
  • enfrentar os custos para a sustentabilidade das MFIs (link)
  • juros elevados mas inferiores à média na região (link)
  • os juros são um custo que os verdadeiros empreendedores têm de pagar para demover os que se quiserem aproveitar do dinheiro "barato";
Aceito e até concordo com todas estas razões mas, infelizmente, nem todas as MFIs no Kiva.org as seguem! E eu vivia na ilusão de que as MFI do Kiva.org era organizações sem fins lucrativos. Mas ao olhar melhor para as páginas das MFIs, fico com algumas dúvidas:

Sumário dos juros da LAPO

Por exemplo, na página da LAPO vemos que praticam juros de 57%, quando a média na região é de 41% (link). Depois vemos que a LAPO faz 8% de lucro com a sua actividade de MFI, quando a média de lucro na região é de apenas 4% e, mais importante que isso, no Kiva.org a margem de lucro é praticamente 0%, tal e qual eu desejava!

Por isso passarei a ter critérios para os meus futuros empréstimos, além a empatia com as pessoas e o tipo de negócio empreendedor em que querem apostar:
  • juros inferiores à média da região (obrigatoriamente);
  • lucros baixos, abaixo da média ou mesmo nulos (MFIs sem fins lucrativos);
Dentro destes critérios encontrei já bastantes MFIs no kiva.org: a GHAPE, a SEM, a CRAN (apesar dos 44% de juros), a BPW ou até a K-MET com juros 1/3 abaixo dos praticados pelas MFIs da região.

Utilizadores do kiva.org, o que acham destes critérios? Fazem sentido?

EDIT: criei um ranking de todas as MFIs. Sigam o link kiva.org partner ranking.

16 fevereiro 2010

ASEstrela 2010

A ASE organiza todos os anos um encontro de montanhismo na Serra da Estrela e este ano resolvi tirar a "ferrugem" ao material de Inverno e ir acampar para o Covão d'Ametade.


Não havia neve, mas a previsão de baixíssimas temperaturas e alguma precipitação deixavam antever um fim-de-semana branquinho.

Primeira coisa a fazer na Serra da Estrela, como bons "turistas", foi visitar o centro comercial mais alto de Portugal, mesmo na torre...


Um mar de gente que se desloca a um dos pontos mais inóspitos do país, sob condições adversas, para comprar todo o tipo de produtos que são trazidos do sopé da montanha (ou até da china). Mas as pessoas gostam e vão e compram trenós para brincar na neve, que depois de os partirem, os abandonam no meio da neve, no meio da montanha, no Parque Natural da Serra da Estrela!

Mas voltando ao encontro de montanhismo...

Um pequeno lago gelado (à esquerda da minha cabeça)

Participei numa caminhada com cerca de 80 pessoas. Foram apenas 8Km mas com um desnível acumulado de cerca de 600m. Como o percurso era circular, foram outros 600 de desnível, por vezes sem trilhos.

Um das descidas, na qual utilizei a expedita técnica do SKU

A caminhada correu bem, mas não para todos... pois algumas pessoas não estavam preparadas para uma caminhada que acabou por durar 10h e acabou de noite. Até foi necessário uma pequena equipa de resgate para ir buscar o último grupo.

No final, esperava por nós uma bela duma feijoada, no quentinho do refúgio no Covão d'Ametade.

A bela da feijoca

Depois de bem comidos e bem bebidos (chá quente, está claro) foi toda a gente para a fogueira, vestidos de índios, fazer a dança da neve, para que na manhã seguinte pudéssemos ter a verdadeira experiência invernal.

A dança da neve

Fomos dormir, bem quentinhos debaixo de temperaturas que, registaram alguns termómetros, chegaram aos -9º centígrados. E as nossas preces foram atendidas e o Deus da neve presenteou-nos com muita muita neve!

Vista da tenda às 8h da manhã: 2cm de neve

Acordei, tentei abrir o fecho da tenda e encontro uma fina camada de neve a cobrir-me o plano super inclinado da porta! Lá fora (e no topo da minha tenda) mais de 20cm de neve!


A minha tenda estava quase totalmente tapada, mas resistiu ao enorme peso da neve. O mesmo não se pode dizer de outras tendas que partiram ou mesmo se torceram até quase desaparecerem!

Incrível flexibilidade de algumas tendas

Tomei um pequeno almoço "diferente", a apreciar a bela paisagem do Covão d'Ametade, um sítio verdadeiramente mágico com o qual facilmente se cria um enorme empatia!


Bonito antes e depois


Faltava ver uma coisa, o carro! Estava tapado...


Tivemos de esperar pelo limpa-neves, mas entretanto a tarefa de desenterrar o carro era essencial. Desmontar a tenda e guardar tudo no carro, sempre debaixo de neve, também foi um desafio.

Pior foi mesmo a descida. Com neve e gelo e a abrir a estrada, demorei cerca de 1h a fazer os 12Km que nos separavam da Covilhã. Pelo meio ainda perdi o controlo do carro numa curva para a direita (com alguma inclinação para o interior) e o carro acabou por deslizar contra os rails, danificando-me bastante o guarda-lamas dianteiro direito! Foi uma descida de loucos:


03 janeiro 2010

Passagem de ano com Couch Surfers

Esta passagem de ano foi diferente! Passei-a com couch surfers depois de frustrado o plano de fazer acção social durante a noite.

Depois do ponto de encontro no Rossio, rumamos ao salão do Grupo Desportivo Adicense, em Alfama.

Houve muito networking, não só porque os couch surfers são dados à troca de experiências, mas também porque haviam uns jogos muito interactivos que nos estimulavam a conversar. Fiz vários amigos como a Niki ou o Justinas (de quem roubei estas fotos).

Eu e o Justinas

Pouco antes da meia noite (talvez 5 minutos apenas!) os couch surfers lembram-se de ir ver o fogo de artifício para a rua. Eu juntei-me a eles...

Passagem de ano 2009/2010

Caminhamos em direcção ao rio, mas em Alfama não se consegue chegar mesmo até à margem. Por isso ninguém viu o fogo de artifício... Não tivemos tempo para pensar muito e exactamente à meia noite começou a chover enquanto passávamos perto desta para paragem de autocarro, onde acabamos por festejar todos juntos, com champanhe.


Eu e a Niki

De volta ao Adicense, de volta às conversas, ao jogos, às bebidas e comidas e à música. A festa não durou até muito tarde (talvez 4h da manhã), mas foi o início de um fim-de-semana prolongado com muitos jantares e passeios entre os couch surfers aos quais me juntei.

29 novembro 2009

Navalosa - Festiblock 2009

Este ano não foi ano de Navalameca, com muita pena minha. Mas houve FestiBlock, uma espécie de irmão pequeno daquele que é um dos maiores encontros de escalada (de bloco) da península ibérica.

A aldeia de Navalosa, com as nossas tendas ali no centro (verde e vermelha)

Este vai ser um post cheio de fotos, tipo foto-reportagem, pois não há muito para contar além da escalada e dos (muitos) blocos encadeados.


O primeiro dos 3 dias começou logo com o meu encadeamento deste bloco (acima), um lançamento com um ângulo muito agressivo, para uma presa gigante que necessitava de alguma confiança para ser agarrada.


Passamos o resto do dia a conhecer blocos e tentamos tantos quantos conseguiamos. Eu não encadeei mais nenhum bloco difícil mas fartei-me de passear por blocos mais fáceis. Ao final da tarde, começamos o "assédio" ao The Fly, um dos blocos mais famosos de Navalosa, mesmo ao lado do mega lançamento Ibéria.

Eu a tentar o The Fly, um bloco que me "diz muito"

Só um de nós conseguiu encadear o bloco, à primeira. Os outros esfolaram-se todos e guardamos as energias para o dia seguinte, de manhã, para aproveitar o tempo frio e a melhor aderência da rocha.


Assim, na manhã seguinte, lá encadeei este bloco, o meu bloco mas duro de sempre, um 7b bastante anatómico.

Depois foi a vez de um dos blocos mais fotogénicos de Navalosa, o La Ola. Uma onda de rocha bem perfeitinha e impressionante.


O seu nome significa "onda" em português e está bem evidente porquê. No entanto, este impressionante fenómeno geológico é um simples 6b, fácil de resolver.


A partir do meio do bloco era proibido cair, pois o efeito "onda" fazia com que acertássemos na parte interior da rocha, onde não havia protecção. Por sorte este mesmo efeito que o torna tão perigoso, também o torna extremamente fácil, por isso estava tudo controlado.


Descer era a parte mais complicada...

Acabamos o segundo dia num bloco bastante duro, com muitas linhas de subida possíveis onde gastei quase todas as energias que tinha para o resto da semana...


Os espanhois que estavam connosco é que brilharam neste bloco, encadeando-o à primeira tentativa. O mais forte do nosso grupo também o encadeou.


Reparem nos 4 apoios que o escalador está a usar. Nenhum deles é óbvio mas acreditem que é a forma mais fácil de chegar lá acima... a isto chama-se "técnica". Mas se não tiverem força para agarrar os minúsculos pontos onde ele tem as mãos, esqueçam!

À noite houve festa. Por apenas 2 euros tivemos direito a jantar, concerto e sorteio de material. Quando há apoios para organizar encontros de escalada, as coisas funcionam mesmo bem!


No último dia já estava completamente roto. Literalmente. Não tinha pele nos dedos, já escalava com bastante adesivo. Então dediquei-me aos blocos mais fáceis, para descomprimir. Mas tanto descomprimi que lesionei-me no pescoço (novamente). É uma lesão recorrente.


Passei todo o dia deitado ao sol, a dormitar e já ao final da tarde ganhei ânimo para brincar nuns blocos mais fáceis, virados ao sol, com o resto da malta do grupo e uns espanhois que entretanto se juntaram a nós.

O nosso amigo espanhol, num 7a bastante alto e sem presas de saída (foto do Rasta).

Falta apenas falar da mega viagem que fizemos, 6ªf à noite, depois do último de nós sair do trabalho, isto é, à meia noite, iniciamos uma viagem de 6h para Navalosa, com paragem em Évora para apanhar o 4º elemento do grupo.


Sim, o quarto! Nós e mais 3 colchões. Dois foram dentro do carro, juntamente com tendas, sacos cama, comida e material. Um foi em cima, amarrado ao tejadilho. Chegamos a Navalosa às 8h da manhã e eu dormi a viagem toda, atrás, bem apertadinho. Mais uma mega viagem do meu Fiesta (depois de Hoya Moros)!