04 maio 2008
Açores 2008: Capítulo 6
03 maio 2008
Açores 2008: Capítulo 5
E eis que ao 5º dia, escalada à séria. Um dia só a escalar com o Paulinho, escalador que conheci na Universidade do Minho e que migrou para os Açores, onde está a ser o grande impulsionador da modalidade na região, com o apoio do grupo de montanhismo local.
A minha forma não foi a melhor mas, depois de aquecer deu para encadear dois 7a, à segunda tentativa, pois a tentativa à vista era practicamente impossível dada a sequência complexa de movimentos e o desconhecimento das presas, pois o magnésio não abunda na ilha.
Do topo de um dos 7a ainda avistei golfinhos ao largo. Um dia que quebrou a rotina destas férias e que lhe deu um lado mais ao meu estilo: a aventura.
A minha forma não foi a melhor mas, depois de aquecer deu para encadear dois 7a, à segunda tentativa, pois a tentativa à vista era practicamente impossível dada a sequência complexa de movimentos e o desconhecimento das presas, pois o magnésio não abunda na ilha.
Do topo de um dos 7a ainda avistei golfinhos ao largo. Um dia que quebrou a rotina destas férias e que lhe deu um lado mais ao meu estilo: a aventura.
02 maio 2008
Açores 2008: Capítulo 4
Depois da visita à Ilha Graciosa a coisa engrenou e conseguimos arranjar mais actividades para preencher o dia. Primeiro foi uma largada de touros à corda, muito típica na Ilha Terceira. Foi a primeira do ano, por isso nem a chuva desmobilizou os terceirences.
Aproveitamos também para visitar o interior da ilha, já com carro, com mais autonomia, e fomos revisitar as principais atracções turísticas da ilha, sendo que para mim a verdadeira beleza da ilha está na ruralidade e nas paisagens do seu interior.
01 maio 2008
Açores 2008: Capítulo 3
Este é o capítulo da Ilha Graciosa, o capítulo em que finalmente eu e a minha prima fizemos turismo nos Açores, apesar de ter sido apenas por 1 dia e meio.
Com a excelente oportunidade do bilhete de avião ao preço do bilhete de barco, apresentamo-nos de manhã bem cedo no aeroporto para um voo de 25 minutos num barulhento ATP da SATA. Mal aterramos no Aeródromo da Graciosa, tínhamos o nosso Fiat Panda à espera, com o qual demos a volta à ilha, visitando o pontos mais interessantes em menos de um dia.
Dos moinhos, símbolo da ilha, às paisagens e vilas/aldeias que visitamos, o que mais gostei foram a caldeira principal e o ilhéu da baleia.
A caldeira tem um abóbada gigantesca, com uma piscina no fundo onde morreram "recentemente" 2 jovens intoxicados. Desde então, os níveis de CO2 passaram a ser controlados e as descidas à caldeira por uma torre em pedra construída para o efeito são moderadas por um guia, não deixando os turistas aproximarem-se do fundo da caldeira.
Como os níveis de CO2 estavam a zero, tivemos a oportunidade de descer mesmo junto da piscina e posar para a foto. Éramos os primeiros e únicos turistas do dia, tal como seriamos provavelmente os únicos turistas continentais em toda a ilha.
Esta foi também a primeira vez que utilizei os serviços de uma agência de viagens. A residencial onde ficamos era totalmente desconhecida, portanto as expectativas estavam baixas. Por isso a surpresa foi agradável quando nos deparamos com uma residencial de 1ª classe, com boas condições e pequeno almoço incluído.
O 2º dia na ilha (que foi apenas meio) começou com uma visita à vila principal, Santa Cruz e acabou numa curta caminhada até ao aeródromo, onde esperamos pelo voo de regresso debaixo de uma chuva intensa.
Com a excelente oportunidade do bilhete de avião ao preço do bilhete de barco, apresentamo-nos de manhã bem cedo no aeroporto para um voo de 25 minutos num barulhento ATP da SATA. Mal aterramos no Aeródromo da Graciosa, tínhamos o nosso Fiat Panda à espera, com o qual demos a volta à ilha, visitando o pontos mais interessantes em menos de um dia.
Dos moinhos, símbolo da ilha, às paisagens e vilas/aldeias que visitamos, o que mais gostei foram a caldeira principal e o ilhéu da baleia.
A caldeira tem um abóbada gigantesca, com uma piscina no fundo onde morreram "recentemente" 2 jovens intoxicados. Desde então, os níveis de CO2 passaram a ser controlados e as descidas à caldeira por uma torre em pedra construída para o efeito são moderadas por um guia, não deixando os turistas aproximarem-se do fundo da caldeira.
Como os níveis de CO2 estavam a zero, tivemos a oportunidade de descer mesmo junto da piscina e posar para a foto. Éramos os primeiros e únicos turistas do dia, tal como seriamos provavelmente os únicos turistas continentais em toda a ilha.
Esta foi também a primeira vez que utilizei os serviços de uma agência de viagens. A residencial onde ficamos era totalmente desconhecida, portanto as expectativas estavam baixas. Por isso a surpresa foi agradável quando nos deparamos com uma residencial de 1ª classe, com boas condições e pequeno almoço incluído.
O 2º dia na ilha (que foi apenas meio) começou com uma visita à vila principal, Santa Cruz e acabou numa curta caminhada até ao aeródromo, onde esperamos pelo voo de regresso debaixo de uma chuva intensa.
Video com os melhores momentos (link)
29 abril 2008
Açores 2008: Capítulo 2
Fui espreitar as vias de escalada da Chanoca com o Paulinho e fiquei cheio de vontade de lá voltar logo no dia seguinte de tarde... mas só às 19h é que pude fazer cordada com o único escalador da ilha e ir provar o basalto da Terceira. Não há fotos porque só éramos 2 e o tempo escasso.
26 abril 2008
Açores 2008: Capítulo 1
Este primeiro capítulo, foi o capítulo da família. Almoçar com a família, passar a tarde com a família, jantar com a família. É o chamado descanso.
No entanto, o início foi atribulado, aindaem Portugal no continente: acordei cedo no feriado, tal era a ansiedade!
Tinha de fazer as mudanças, fazer a mala ir buscar a família à estação e levá-los ao aeroporto. Andei em grande correria num dia de muito calor em Lisboa. Acabei por fazer várias viagens Oriente-Aeroporto a levar a família e as malas. No final, estacionei o meu carro num bairro das redondezas e fui à boleia para o aeroporto, pois não tinha nenhum dinheiro comigo. Já no aeroporto, a minha prima ainda teve uma pequena aventura com o segurança no posto de controlo da sala de embarque...
No entanto, o início foi atribulado, ainda
Entrei para o avião e pouco tempo depois estava de volta aos EUA, a comer pizza com barbeque sauce e a beber Mountain Dew. Tudo parecia tão familiar!
25 abril 2008
Açores 2008: Introdução
Parto hoje para os Açores, ilha Terceira, numa viagem com a família. Ainda não fiz a mala. Ainda tenho de mudar de casa hoje! Estou a ficar constipado.
Será uma semana inteira de verdadeiras férias, com muito pouca coisa planeada. Vou levar material de aventura para manter a forma. Vou procurar actividades interessantes, vou procurar divertir-me... vou procurar o bilhete de avião que imprimi há um mês, senão não vou para lado nenhum (e este diário acaba aqui)!
Vou ficar em casa do meu primo militar, actualmente numa missão na Bósnia, que veio a casa para a Primeira Comunhão da sua filha, para a qual fomos convidados. Será o meu merecido descanso depois de 5 meses a trabalhar com apenas 1 dia de férias (mal aproveitado).
Vou ficar em casa do meu primo militar, actualmente numa missão na Bósnia, que veio a casa para a Primeira Comunhão da sua filha, para a qual fomos convidados. Será o meu merecido descanso depois de 5 meses a trabalhar com apenas 1 dia de férias (mal aproveitado).
Diários de viagem
Gosto muito do resultado final de um diário de viagem, num blog. Já o fiz uma vez e o resultado é óptimo. É ler uma história ao mesmo tempo que é vivida e isso fica tão bem marcado que, sempre que a lemos, parece que está a acontecer no presente.
Vejam o fantástico resultado destes grandes malucos que querem ir longe com 1000 euros.
Se vos disser que eles já fizeram isto no ano passado e que só agora estão a escrever os posts diariamente, vocês não acreditam, tal é a fluência e o desconhecimento dos próximos posts. Então experimentem lá voltar daqui a 1 ano e digam se a sensação não é a mesma? É essa a magia destes diários de viagem!
Nem todo o tipo de viagens resulta bem neste formato. Penso que a aventura e a espontaneidade são essenciais numa viagem para poder ser relatada.
Para começar por fazer um diário da minha viagem aos Açores, que começa hoje. O objectivo é treinar para a minha EuroTour2008 por 3 cidades europeias, na semana do 10 de Junho.
Vejam o fantástico resultado destes grandes malucos que querem ir longe com 1000 euros.
Se vos disser que eles já fizeram isto no ano passado e que só agora estão a escrever os posts diariamente, vocês não acreditam, tal é a fluência e o desconhecimento dos próximos posts. Então experimentem lá voltar daqui a 1 ano e digam se a sensação não é a mesma? É essa a magia destes diários de viagem!Nem todo o tipo de viagens resulta bem neste formato. Penso que a aventura e a espontaneidade são essenciais numa viagem para poder ser relatada.
Para começar por fazer um diário da minha viagem aos Açores, que começa hoje. O objectivo é treinar para a minha EuroTour2008 por 3 cidades europeias, na semana do 10 de Junho.
Vem ter comigo
Ontem, numa esplanada a comer caracóis, alguém telefonou ao marido a explicar como nos encontrar, para se juntar à degustação! Rotundas, cruzamentos, viragens à esquerda e segue, segue, segue... Dois telefonemas depois, "Vira aí à esquerda! Já te estou a ver"
Ideia: Enviar um "VemTerComigo". Seria um serviço de troca de mensagens em que o primeiro telemóvel envia uma mensagem com a sua posição geográfica ao segundo, para que este trace uma rota num mapa e indique o caminho para o destino. Podemos ainda complicar o sistema, permitindo que o primeiro telemóvel esteja em movimento, enviando mensagens periódicas para o segundo o seguir.
O modelo de negócio do sistema teria de ser aplicado às operadoras, que forneciam os equipamentos já com a aplicação instalada e cobravam pela utilização do serviço (a preços simbólicos, de preferência). Uma alternativa mais independente, mas com difícil penetração no mercado, seria disponibilizar a aplicação para download, implementando a troca de mensagens sobre o actual protocolo de SMS (com valor acrescentado) para um servidor central.
Esta é talvez das ideias mais simples e fácil de implementar que já aqui publiquei. Se houverem interessados, com vontade e tempo livre, não se esqueçam de me contactar para "mais pormenores". Todas as ideias me interessam, por isso é que as publico.
Ideia: Enviar um "VemTerComigo". Seria um serviço de troca de mensagens em que o primeiro telemóvel envia uma mensagem com a sua posição geográfica ao segundo, para que este trace uma rota num mapa e indique o caminho para o destino. Podemos ainda complicar o sistema, permitindo que o primeiro telemóvel esteja em movimento, enviando mensagens periódicas para o segundo o seguir.
O modelo de negócio do sistema teria de ser aplicado às operadoras, que forneciam os equipamentos já com a aplicação instalada e cobravam pela utilização do serviço (a preços simbólicos, de preferência). Uma alternativa mais independente, mas com difícil penetração no mercado, seria disponibilizar a aplicação para download, implementando a troca de mensagens sobre o actual protocolo de SMS (com valor acrescentado) para um servidor central.
Esta é talvez das ideias mais simples e fácil de implementar que já aqui publiquei. Se houverem interessados, com vontade e tempo livre, não se esqueçam de me contactar para "mais pormenores". Todas as ideias me interessam, por isso é que as publico.
Novidades
Estou de partida. Para os Açores, de férias. Para uma casa nova, na Av. da Liberdade. Mudança! Estou a fazer as malas, depois da despedida de ontem. Daqui a uma semana tudo será diferente! Até os projectos no trabalho. Adoro a mudança!
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